Tema foi discutido por Pedro Costa em encontro do LIDE Empreendedor Ribeirão Preto com empresários e lideranças da região 016
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| Tema foi abordado durante encontro promovido pelo LIDE Empreendedor Ribeirão Preto nesta quinta-feira, 27 de agosto |
| Créditos: Rafael Cautella |
Entender como o cérebro reage diante de situações de pressão, reconhecer padrões de comportamento e desenvolver inteligência emocional são fatores que podem influenciar a tomada de decisão e a condução de equipes no ambiente empresarial. O tema foi abordado durante encontro promovido pelo LIDE Empreendedor Ribeirão Preto nesta quinta-feira, 27 de agosto, com o especialista em comportamento e alta performance Pedro Costa.
Durante o bate-papo com empresários e lideranças de diferentes segmentos, Costa abordou conceitos da neurociência comportamental e relacionou sua experiência no esporte, como ex-jogador de futebol, aos desafios de quem ocupa posições de liderança.
“A neurociência comportamental influencia quando o empreendedor aprende mais sobre comportamento. Ela potencializa essa habilidade de você entender mais sobre si e, consequentemente, sobre a equipe”, explicou.
A inteligência emocional também esteve entre os assuntos discutidos. “Um líder inteligente emocionalmente lida melhor com problemas e consegue motivar melhor a sua equipe. A inteligência emocional é um ótimo caminho para ter uma performance melhor”, afirmou.
Do esporte para os negócios
Ao relacionar sua experiência no futebol à rotina empresarial, Costa destacou a importância do pensamento de longo prazo. “O esporte ensina muito sobre renúncia. O atleta precisa abrir mão de coisas que quer muito agora por aquilo que quer muito lá na frente. Essa é uma mentalidade que também faz parte da vida do empresário”, destacou.
Segundo Victor Bermudes, presidente do LIDE Ribeirão Preto, a discussão amplia o olhar sobre os diferentes aspectos envolvidos na liderança. “Antes de conduzir uma equipe ou tomar uma decisão, existe uma pessoa que pensa, reage à pressão, interpreta situações e também está sujeita aos próprios comportamentos. Esse tipo de conhecimento pode fazer diferença na forma como os líderes conduzem seus negócios”, afirma.