Com aumento da concorrência no digital e maior atenção da mídia a temas regulatórios e econômicos, empresas têm usado a imprensa como aliada para construir autoridade e confiança.
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Foto: Unplash |
O segundo semestre é, tradicionalmente, um período decisivo para negócios no Brasil. A combinação de planejamento orçamentário para o ano seguinte, aquecimento no varejo e agendas mais intensas de mídia e eventos cria o ambiente ideal para marcas que desejam se posicionar estrategicamente diante de seus públicos. E nesse cenário, a assessoria de imprensa ganha força como uma ferramenta de comunicação direta, legítima e eficaz.
Mais do que apenas buscar visibilidade, empresas estão entendendo o valor da presença qualificada em veículos de credibilidade — especialmente em momentos de incerteza ou transição regulatória, como o que vivemos em setores como tecnologia, saúde, educação e IA.
“A imprensa tem um papel cada vez mais relevante na formação de opinião e tomada de decisão, tanto do consumidor quanto do mercado. No segundo semestre, esse impacto é ainda mais acentuado, porque é quando se define o que vai pautar o ano seguinte. Estar presente nos canais certos, com mensagens consistentes, pode ser um divisor de águas”, afirma Flavia Almeida, diretora de marketing da PressWorks.
A busca por autoridade — e não apenas audiência — fez com que a assessoria de imprensa voltasse ao centro da mesa como uma estratégia de reputação e posicionamento, especialmente para marcas B2B, startups em fase de captação, healthtechs, fintechs, e executivos que querem se consolidar como fontes de informação confiáveis.
Além da exposição qualificada, os ganhos indiretos são expressivos: melhora na taxa de conversão em vendas, fortalecimento de marca empregadora, maior interesse de investidores e parceiros, e aumento do tráfego orgânico por meio de SEO gerado por publicações em veículos de referência.
Outro diferencial da assessoria é sua capacidade de ampliar o alcance de movimentos estratégicos, como lançamentos de produtos, expansão geográfica, parcerias, eventos, premiações e estudos proprietários — ações que ganham ainda mais tração quando bem narradas em formatos editoriais.
Com a retomada das agendas presenciais, eventos e premiações, a segunda metade do ano também oferece mais oportunidades de relações públicas e contato direto com jornalistas. Com isso, cresce a demanda por estratégias mais integradas entre comunicação institucional, conteúdo e mídia espontânea.