Colaboradores - Ruvin Singal

Ministério da Cultura e Bradesco Seguros apresentam "Descalço no Parque"

11 de Setembro de 2026

Larissa Manoela e André Luiz Frambach juntos no teatro pela primeira vez, vivendo um casal recém-casado em Descalços no Parque

Casados na vida real, Larissa Manoela e André Luiz Frambach vivem pela primeira vez um casal nos palcos. Eles protagonizam Descalços no Parque, clássico de Neil Simon, com tradução, adaptação e direção de Guilherme Weber e direção residente de Camille Frambach. A produção geral é de Bruna Dornellas e Wesley Telles, em uma trama ambientada no Rio de Janeiro dos anos 50. A peça estreia no dia 8 de outubro, no Teatro Clara Nunes, no Rio de Janeiro, onde fica em cartaz até 28 de novembro.

A montagem tem produção associada de André Luiz Frambach, Bruna Dornellas, Guilherme Weber,Larissa Manoela e Wesley Telles. O espetáculo é apresentado pela Bradesco Seguros, através da Lei Rouanet, com realização da Para Todos Produções e correalização de Manbach Produções e WB Produções. Flávia Reis, Claudio Mendes e Diego de Abreu completam o elenco.

Na comédia, Lara (Larissa Manoela) e Edu (André Luiz Frambach) voltam da lua de mel do Copacabana Palace direto para um apartamento alugado no Catete e descobrem que o casamento começa depois da festa. Entre diferenças de temperamento, um vizinho excêntrico,  Sr. Velasco (Claudio Mendes) e a presença da mãe da noiva, Dona Miranda (Flávia Reis)  e um técnico de telefone, Paulinho Cuíca (Diego de Abreu) que se intromete na vida do casal. A peça acompanha os ajustes da vida a dois, com trilha sonora composta de clássicos da época.

Edu, um advogado recém-formado, introvertido e polido, e Lara, uma otimista de espírito livre, tentam se encaixar na nova vida de casados em um prédio sem elevador. Um encontro às cegas, entre Velasco e Dona Miranda, completa a trama e amplia os conflitos da vida a dois.

A trilha sonora, composta por pérolas da Bossa Nova e do Samba Canção, com músicas de Tom Jobim, Carlos Lyra, Silvinha Telles, entre outros, ampliam o mergulho afetivo e estético na atmosfera dos chamados anos dourados e fazendo da cidade o cenário da história e também uma perspectiva de memória.

"Astuta e hilária, Descalços no Parque explora os descalabros da intimidade, a distância entre o autoengano e a verdade e o quão engraçada é a vida a dois quando podemos ter uma certa distância para observá-la. É também um profundo elogio ao diálogo em um mundo tomado por surdez emocional. Esta peça é uma homenagem à comédia como forma sublime de refletir sobre o amor", fala o diretor Guilherme Weber.

“O meu reencontro com o teatro acontece sempre em momentos muito especiais da minha trajetória artística, e agora não é diferente. É uma alegria poder estar dividindo o palco com o André. A gente já é parceiro há muito tempo — parceiro de vida e profissionalmente — mas nunca tivemos a oportunidade de subir ao palco juntos. Inclusive, no nosso mais recente projeto, a gente sequer contracenou. E estamos falando de uma história que é uma delícia, pois é muito bom poder tratar de assuntos que falem de coisas do coração com humor, com leveza, mas que toquem as pessoas. Eu espero que o público saia muito emocionado do nosso espetáculo", declara Larissa Manoela.

“Estar no palco de teatro é sempre um exercício muito potente para um ator. Eu gosto muito, é um aprendizado diário — não existe uma sessão que seja igual à outra. Todo dia a gente aprende um pouquinho: aprende em cena, aprende com a plateia. Quando decidimos encarar esse desafio de viver esse projeto, seja como atores, seja como produtores, a história nos cativou logo de cara. O texto é muito bom, é um clássico hollywoodiano, escrito por Neil Simon. O Guilherme Weber o traduziu e chamou a gente para uma leitura. Eu tenho muita admiração e um grande carinho pelo Guilherme Weber. E isso não é de hoje, afinal estivemos juntos em vários trabalhos já, como em Queridos Amigos, um dos meus primeiros trabalhos na carreira. Eu e Larissa nos identificamos de imediato com o texto. Foi quando vimos ali uma potência em fazer esse trabalho no teatro, além de entendermos que seria uma oportunidade maravilhosa de inaugurar também a nossa estreia nos palcos juntos. Desde a primeira vez em que trabalhei com a Larissa, soube que estava diante de uma artista única, completa. Tenho certeza de que esse será um trabalho muito especial", completa André Luiz Frambach.

Sobre a obra

Descalços no Parque foi inspirada no relacionamento do autor Neil Simon com a esposa Joan Baim e, rapidamente, consolidou o autor como um dos maiores nomes do teatro mundial.

Em sua introdução à coleção "A Comédia de Neil Simon", o dramaturgo escreveu sobre um incidente em seu jovem casamento, quando sua esposa atirou nele uma costeleta de vitela congelada porque as palavras não conseguiam mais expressar a paixão de uma amarga discussão que eles estavam tendo. “Um leve sorriso cruzou meu rosto”, escreveu ele. Simon viu o total absurdo da situação. Esse momento se encaixaria perfeitamente em Descalços no Parque, uma comédia sobre recém-casados que, fiéis à época, os anos 50, ainda não se conhecem de verdade - e discutem sobre suas diferenças.

Na época, em 1963, o espetáculo teve mais de 1.500 apresentações, tornando-se uma das dez peças não musicais de maior longevidade na história da Broadway e sendo alçada ao título de clássico instantâneo da comédia romântica.

Depois disso, ganhou muitas montagens internacionais: na França, Austrália, Espanha, Japão, Reino Unido, Romênia, Irã, Argentina, Chile, Itália, Singapura, entre outros.

Já em 1967, foi adaptado para o cinema, estrelado por Jane Fonda e Robert Redford. O filme arrecadou US$ 30 milhões com orçamento de apenas US$ 2 milhões.

No Brasil, em 1964, Cecil Thiré e Helena Ignez protagonizaram uma montagem dirigida por Ziembinski. Já em 1990, Lidia Brondi e Thales Pan Chacon estiveram à frente de nova encenação, ao lado de Miriam Pires e Edney Giovenazzi, com tradução de Flavio Marinho e direção de Ricardo Waddington.

Sinopse

Comédia de Neil Simon sobre um casal recém-casado que se muda para um pequeno apartamento e precisa lidar com as diferenças de temperamento, um vizinho excêntrico e a presença constante da sogra, enquanto enfrenta os conflitos e ajustes da vida a dois.

Sobre o autor

O nome de Neil Simon, uma grife de ouro da comédia, foi uma das presenças mais constantes nas marquises da Broadway. Suas peças, segundo o The New York Times, contribuíram para redefinir o humor americano. Nascido em Nova Iorque, em 1927, Simon cresceu durante a Depressão. A crise financeira da época causou profunda tensão no casamento de seus pais, e o jovem buscou refúgio na comédia. O riso servia como um bálsamo para ele, como acontece nas suas peças semiautobiográficas que giram em torno de pessoas comuns e seus problemas de relacionamento.

Sobre a WB Produções

Fundada por Bruna Dornellas e Wesley Telles, com quase 20 anos de atuação no mercado cultural, possui um histórico de mais de 2 milhões de espectadores em 55 cidades brasileiras. Reconhecida por produzir grandes sucessos teatrais, a empresa já levou aos palcos obras premiadas como: Através da Íris, Misery, Três Mulheres Altas e Gargalhada Selvagem. Movida pela paixão em levar histórias inspiradoras aos palcos, a WB se destaca pelo compromisso com a diversidade, inclusão e sustentabilidade, adotando práticas alinhadas às diretrizes de ESG e reforçando seu papel na democratização do acesso à cultura.

Sobre a Manbach Produções Artísticas

A Manbach Produções Artísticas surgiu da união de forças do ator André Luiz Frambach com a atriz Larissa Manoela que, juntos, buscam projetos para se associarem, criarem e desenvolverem. Uma produtora focada em viabilizar projetos próprios e de parceiros, criando pontes e conexão dos atores com marcas importantes no mercado brasileiro de audiovisual. A Manbach nasceu da busca por inovação. A empresa já conta com diversas produções em desenvolvimento para os próximos anos, tanto para cinema, quanto TV e teatro.

A sua mais recente coprodução foi no filme Traição entre Amigas, lançado em 2025. A produtora carrega o perfil jovem, maduro e focado dos seus CEOs, e reúne projetos diversificados, além de buscar uma conexão com suas visões de mundo, de forma a destacar mensagens importantes para a reflexão e evolução das novas gerações.

Sobre a Para Todos Produções

Empresa realizadora de cultura. Co-produtora do longa metragem Deserto, prêmio de melhor direção no LABRIFF de 2016 em Los Angeles e de diversos espetáculos teatrais é também a produtora responsável pela pesquisa do diretor e ator Guilherme Weber sobre literatura e dramaturgia latino-americanas que vem resultando em montagens profissionais, documentação acadêmica, traduções inéditas e parcerias entre polos de produção de diferentes países.

Sobre o Circuito Cultural Bradesco Seguros

Manter uma política de incentivo à cultura faz parte do compromisso do Grupo Bradesco Seguros considerando a cultura como ativo para o desenvolvimento dos capitais do conhecimento e do convívio social. Nesse sentido, o Circuito Cultural Bradesco Seguros se orgulha de ter patrocinado e apoiado, nos últimos anos, em diversas regiões do Brasil, projetos nas áreas de música, dança, artes plásticas, teatro, literatura e exposições, além de outras manifestações artísticas. Dentre as atrações incentivadas destacam-se os musicais “A Noviça Rebelde”, “Ursinho Pooh, O Musical”, “Priscilla, a Rainha do Deserto”, “O Jovem Frankenstein”, “O Rei do Rock, O Musical”, “Bibi Uma Vida em Musical”, “Elis, a Musical” além dos espetáculos teatrais “O Que Só Sabemos Juntos”, “Eu de Você”, “Doidas e Santas”, “Três Mulheres Altas”, a “Série Dellarte Concertos Internacionais”, a companhia de dança “Momix – Alice” e outros.

Ficha técnica:

Texto original: Neil Simon. 

Idealização, tradução, adaptação e direção artística: Guilherme Weber. 

Diretora residente: Camille Frambach. 

Elenco: Larissa Manoela, André Luiz Frambach, Flávia Reis, Claudio Mendes e Diego de Abreu. 

Produção Geral: Bruna Dornellas e Wesley Telles. 

Cenografia: Mina Quental – Atelier na Glória.

Assistente de Cenografia:  Alexander Pereira.

Estagiário Cenografia: Hugo Reis.

Cenotécnicos: André Salles Cenografia e equipe.

Pintura de Arte: Cassio Pintura de Arte.

Iluminação: Adriana Ortiz. 

Assistente de Iluminação: Bernardo Amorim.

Figurinos: Karen Brusttolin. 

Assistente de Figurino: Maria Dom.

Contramestre e Costura: Fátima Félix.

Costureiras: Ana Docinho, Sabrina Gomes e Cheila Maria.

Contramestre de Alfaiataria: Leonardo Ramos.

Aderecista e Bordadeira: Izabele Larraiarra.   

Visagismo: Ramon Amorim. 

Assistente de Visagismo: Claudete Bretas.

Perucas: Luna Scarlett.

Direção de Movimento: Toni Rodrigues.

Trilha sonora selecionada: Guilherme Weber.

Produtor Musical e Trilha Sonora Original: Max Fernandez.

Produtores Associados: André Luiz Frambach, Bruna Dornellas, Guilherme Weber, Larissa Manoela e Wesley Telles. 

Coprodução: WB Produções e Manbach Produções.

Realização: Para todos Produções.

Produção Executiva: Clarice Coelho. 

Gerente de Produção: Deivid Andrade. 

Assistente de Produção: Guilherme Balestrero e Letícia Luna. 

Diretora de Palco: Lucia Martinusso. 

Contrarregra: Adriana Oliveira.

Técnico de som: Marcelo Farias.

Técnico de luz: Zeca Hermógenes.

Camareira: Silvia Oliveira. 

Fotógrafo: Pino Gomes.

Vídeos: Castor.

Designer gráfico: Alana Karralrey, Jhon Lucas e Natália Farias. 

Social Mídia: Luis Mousinho e Manuela Prata.

Gestão de Comunicação: Bárbara Kuster. 

Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli, Renato Fernandes e Natasha Stein.

Coordenação Administrativa: Vianapole Arte e Comunicação. 

Assessoria Jurídica: Maia, Benicá & Miranda Advocacia.

TEATRO CLARA NUNES - Rua Marquês de São Vicente 52, Rio de Janeiro

Temporada: De 8 de outubro a 28 de novembro de 2026

Horário do espetáculo: Quinta a Sexta às 20h e Sábados às 16h e 20h

Primeiro final de semana terá apresentação domingo: 11 de outubro às 19h

Gênero: Comédia Romântica.

Classificação: 12 anos.

Duração do espetáculo: 120 min (com intervalo).

Ingressos: Plateia: R$220,00 (inteira) e R$110,00 (meia entrada)

Balcão: R$ 120,00 (inteira) e R$ 60,00 (meia entrada)

Balcão: Ingresso popular: R$ 50,00 (inteira) e R$ 25,00 (meia entrada)

Vendas: www.sympla.com.br e na bilheteria do Teatro Clara Nunes

Endereço: Rua Marquês de São Vicente, 52 – Gávea – Rio de Janeiro

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