![]() |
| Foto: Divulgação |
Nos últimos anos, o empreendedorismo feminino cresceu de forma significativa no Brasil. Cada vez mais mulheres têm buscado autonomia, liberdade financeira e protagonismo nos próprios negócios.
Mas existe um lado pouco falado dessa realidade.
Por trás da rotina produtiva, dos conteúdos nas redes sociais e dos resultados compartilhados, muitas mulheres estão cansadas — física, mental e emocionalmente. E esse cansaço não vem apenas do trabalho. Ele vem do acúmulo.
Diferente de muitos homens, a mulher empreendedora raramente assume apenas um papel. Ela continua sendo mãe, esposa, responsável pela casa, pela rotina familiar e, ao mesmo tempo, pela construção do próprio negócio, com a cobrança de ser a melhor em todas as áreas.
Isso significa tomar decisões o tempo todo, lidar com pressão, administrar expectativas e sustentar uma imagem constante de força.
Com o passar do tempo, o que antes parecia liberdade pode começar a se tornar um peso.
Não pela escolha de empreender, mas pela forma solitária como muitas vezes esse caminho é percorrido.
Um dos pontos mais críticos desse cenário não é a falta de capacidade ou de esforço. É a falta de ambiente.
Muitas mulheres tentam crescer sozinhas, tomando decisões isoladas, consumindo conteúdos desconectados e sem ter com quem trocar de forma estratégica.
E, muitas vezes, um conselho errado de quem não vive o empreendedorismo pode custar caro.
É nesse ponto que o networking deixa de ser apenas uma troca de contatos e passa a ser uma ferramenta real de crescimento.
Quando bem estruturado, ele:
encurta caminhos
amplia visão
traz direção
Não se trata apenas de conhecer pessoas, mas de estar em um ambiente onde decisões são aceleradas, um espaço com mulheres que compartilham a mesma visão de crescimento.
Foi a partir da própria vivência nesses ambientes que a mentora de empresárias e palestrante Danielly Marques aprofundou sua atuação. Ao longo da sua trajetória, sempre esteve inserida em grupos estratégicos, percebendo na prática como essas conexões foram determinantes para o crescimento dos seus negócios.
Ao mesmo tempo, identificou uma lacuna importante: embora o networking fosse eficiente, nem sempre os ambientes contemplavam as particularidades do universo feminino.
As dores, os desafios e a forma como as mulheres lidam com o empreendedorismo exigem um tipo de troca mais direcionada, com escuta, acolhimento e estratégia.
Foi nesse contexto que Danielly encontrou o W2W – Woman to Woman, um modelo estruturado de networking feminino baseado em três pilares:
desenvolvimento, conexão e direcionamento prático.
Desde então, passou a atuar como partner do clube em sua região, conduzindo encontros, eventos e dinâmicas voltadas ao fortalecimento de empresárias, com foco em:
clareza
posicionamento
tomada de decisão
Os efeitos desse tipo de ambiente podem ser percebidos na experiência de quem participa.
A assessora e corretora de seguros Júlia Barroso relata que, ao entrar para o W2W, estava em uma cidade nova, iniciando também uma nova fase profissional:
“Eu cheguei sem rede, sem conexão e começando praticamente do zero. Entrar para o W2W não mudou só a minha forma de enxergar o negócio, mudou a minha vida como um todo. Além do crescimento como empresária, eu encontrei apoio, fiz amizades e construí parcerias que fizeram toda a diferença nesse processo.”
![]() |
| Júlia Barroso | Foto: Divulgação |
A atuação de Danielly é diretamente influenciada pela sua base em comunicação.
Com mais de 15 anos como apresentadora de televisão, desenvolveu habilidades como:
leitura de público
clareza na comunicação
condução estratégica de conversas
Esses elementos hoje se refletem na forma como estrutura ambientes de troca mais profundos.
Foi também a partir dessa trajetória na televisão que surgiu sua entrada no empreendedorismo. Após três anos à frente do programa, assumiu a gestão do próprio projeto, transformando-o em negócio.
Atualmente, também atua como sócia, ao lado do esposo, em uma empresa do segmento de autopeças para ar-condicionado veicular, um negócio com mais de duas décadas de mercado.
Essa vivência fortalece sua compreensão sobre desafios reais de gestão, vendas e crescimento.
Paralelamente, consolidou sua carreira como palestrante, com atuação nacional e internacional, abordando temas como:
empreendedorismo
vendas
comunicação assertiva
A união entre comunicação, prática empresarial e desenvolvimento humano sustenta o trabalho que desenvolve hoje.
Em um cenário onde o excesso de informação gera mais dúvida do que direção, o ambiente em que a mulher está inserida se torna um fator decisivo de crescimento.
Mais do que trabalhar mais, muitas precisam parar de caminhar sozinhas.
Porque, no fim, o problema nem sempre é falta de esforço.
Às vezes, é falta de direção e, principalmente, de ambiente.
Estar em um grupo de networking não é apenas sobre negócios.
É, antes de tudo, um encontro com propósito.
É o momento em que a mulher sai do automático e volta para si.
No meio de rotinas intensas, esses encontros se tornam uma pausa, não uma pausa vazia, mas uma pausa que constrói.
Ali, além de leveza, existe:
aprendizado
troca
escuta
fortalecimento de vínculos
São mulheres que chegam por um objetivo profissional, mas permanecem pelas conexões.
Porque o verdadeiro networking não começa na intenção de vender.
Ele começa na intenção de se conectar.
Dentro desse ambiente, aprende-se algo que muitas vezes nunca foi ensinado:
como se relacionar estrategicamente
como se posicionar
como gerar valor antes de esperar retorno
E é justamente por isso que o negócio se torna consequência.
Quando a mulher entende o valor da conexão, os resultados passam a acontecer de forma mais natural e consistente.
Mas o impacto não é apenas profissional.
Em um ambiente pensado para mulheres, há espaço para falar sobre:
saúde
família
equilíbrio
identidade
Há espaço para resgatar a feminilidade, a sensibilidade e a força que muitas vezes ficam escondidas atrás da rotina.
E é nessa construção mais completa que algo muda.
A mulher não sai apenas com um contato ou uma ideia. Ela sai: mais segura, mais clara e mais fortalecida.
E, principalmente, com a sensação de que não precisa mais dar conta de tudo sozinha.
Porque quando o ambiente muda, a forma de caminhar também muda.
E crescer deixa de ser pesado, passa a ser possível.
O Clube W2W – Woman to Woman está presente em diversas cidades do país por meio do modelo de franquia, ampliando o acesso a esse tipo de ambiente.
Mas, mais do que um clube específico, fica um direcionamento importante:
buscar o ambiente certo faz diferença.
A orientação é que cada mulher procure um grupo de networking estruturado, com:
intenção
organização
propósito
Um espaço que contribua não apenas para o crescimento do negócio, mas também para o fortalecimento pessoal.
Ao encontrar esse ambiente:
as decisões ganham mais clareza
os caminhos se tornam mais objetivos
a sobrecarga diminui
Mas é essencial saber escolher.
Um bom ambiente é aquele onde não há espaço para: fofoca, competição desnecessária e desgaste emocional.
E sim para:
crescimento
oportunidades
aprendizado
construção coletiva
Como reforça a palestrante e mentora de empresárias Danielly Marques:
“o ambiente em que uma mulher está inserida impacta diretamente a forma como ela conduz o próprio negócio — e a própria vida.”
![]() |
| Danielly Marques | Foto: Divulgação |
E, muitas vezes, a virada de chave não está em fazer mais.
Está em escolher melhor onde se estar.
Saiba mais:
Instagram: @adaniellymarques