Mel Lisboa canta Rita Lee dia 26 de março às 20h no Bourbon Street
Mel Lisboa subiu aos palcos para interpretar Rita Lee pela primeira vez em 2014. Dez anos depois, a atriz retorna ao papel que marcou sua trajetória artística no espetáculo Rita Lee – Uma Autobiografia Musical, sucesso absoluto de público e crítica, atualmente em turnê pelo país.
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| Mel Lisboa | Crédito: Simone Marinho / Divulgação |
Artista consagrada, Mel Lisboa construiu uma carreira sólida e multifacetada no teatro, na televisão e no cinema. Filha do saudoso músico Bebeto Alves, Mel cresceu imersa no universo artístico e, desde cedo, demonstrou forte vocação para os palcos. Ao longo de sua trajetória, destacou-se por personagens intensos, performances musicais marcantes e pela capacidade de transitar entre diferentes linguagens artísticas com autenticidade e entrega.
Além do teatro, Mel também celebrou a vida e a obra de Rita Lee no Carnaval de 2026, quando desfilou em uma emocionante homenagem à rainha do rock brasileiro. Agora, a artista leva essa reverência ainda mais longe com o show “Mel Lisboa canta Rita Lee”, um tributo especial que percorre o Brasil reunindo os maiores sucessos da cantora em versões intimistas, costuradas por histórias, memórias e curiosidades sobre sua vida e carreira.
A conexão entre intérprete e homenageada é tão profunda que a própria Rita Lee, em vida, declarou: “Mel, você me fez muito melhor do que eu mesma”. Mel, por sua vez, devolve o elogio em forma de uma homenagem apaixonada e respeitosa à artista que considera, até hoje, sua maior e mais transformadora personagem.
No repertório do show, Mel Lisboa revisita clássicos inesquecíveis como “Jardins da Babilônia”, “Flagra”, “Ovelha Negra”, “Doce Vampiro”, “Desculpe o auê”, “Mutante”, entre muitos outros sucessos que atravessam gerações e reafirmam a força, a irreverência e a liberdade artística de Rita Lee. Mais do que um show, “Mel Lisboa canta Rita Lee” é um encontro emocionante entre duas artistas, celebrando um legado que segue vivo na memória afetiva e musical do Brasil.
Serviço:
Mel Lisboa canta Rita Lee – Bourbon Street Music Club
Rua dos Chanés, 127 – Moema, São Paulo – SP
Dia: 26 de março, quinta-feira
Abertura da casa: 19h – Show: 20h
Vanessa da Mata retorna a São Paulo com sua nova turnê: “Todas Elas”
“Todas Elas” é o nome da nova turnê da cantora Vanessa da Mata, que se apresenta no dia 21 de março no Tokio Marine Hall.
O novo show da artista vai trazer novas músicas e clássicos da carreira da musicista. Com direção de Jorge Farjalla, em São Paulo a cantora se apresenta dia 21 de março, na casa de shows Tokio Marine Hall.
A cantora e compositora carrega a inquietude e a exuberância dentro de si, traços de uma artista de múltiplos talentos, lapidados desde muito jovem. Com mais de 20 anos de carreira, a mato-grossense de Alto Garças é dona de uma personalidade forte e cativante. Ela não se furta a expor questões sensíveis que habitam o seu universo. Vanessa trata com franqueza e afetividade os temas que movimentam sua vida e obra: o pós-feminismo, a maternidade – ela é mãe de três filhos –, paixões e desencontros amorosos, a negritude e a luta por uma sociedade menos desigual.
Em 2024, Vanessa comemorou 20 anos de carreira rodando o país e o exterior com a turnê do seu álbum mais recente, “Vem Doce”, com direção de Jorge Farjalla. Sucesso de público e crítica, o disco foi indicado ao Grammy Latino na categoria Melhor álbum de música popular brasileira.
Serviço:
Apresentação: 21/03/2026 às 21h00
Abertura dos portões: 19h00
Local: Tokio Marine Hall – R. Bragança Paulista, 1281 – Várzea de Baixo, São Paulo/SP
Ingressos: R$139,00 a R$299,00
Parcelamento: Na internet até 3X sem juros, de 4 a 6x com juros. Na bilheteria em até 3X sem juros.
Classificação: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos responsáveis legais.
Ingressos: https://www.ticketmaster.com.br/
Foto: Vanessa da Mata | Foto: Divulgação
Zeca Baleiro lança single duplo com Vanessa Falabella, cantora mineira radicada nos Estados Unidos
“Little Wing + Sob O Sol”, o duplo single que reúne Zeca Baleiro e Vanessa Falabella, chega nas plataformas digitais.
Radicada nos Estados Unidos, Vanessa Falabella fez parte do grupo Sagrado Coração da Terra (fundado por Marcus Viana), que ficou conhecido pela fusão da música vocal e instrumental, com raízes no rock e no erudito. Com sua voz singular, cantando tanto em inglês quanto em português, ao longo dos anos Vanessa vem colaborando com músicos renomados, incluindo Toninho Horta, The Platters, Romero Lubambo e Eumir Deodato.
Amigos há anos, Vanessa e Zeca se juntaram em 2020 para atender ao convite da Fundação Rainforest, criada por Sting em 1987, e participar do SOS Rainforest LIVE, que aconteceu simultaneamente em Nova York (EUA), Londres (Inglaterra) e Oslo (Noruega), e reuniu artistas do Brasil e de várias partes do mundo para arrecadar fundos para a defesa das florestas tropicais e dos povos indígenas e comunidades tradicionais no combate à COVID-19.
Zeca e Vanessa foram convidados para cantar “Little Wing”, de Jimi Hendrix, já gravada por Sting, o anfitrião da live. “Gravamos quase ao vivo. Eu fazendo violão e voz aqui no Brasil e Vanessa cantando dos Estados Unidos. Essa gravação ficou guardada esse tempo todo e agora resolvemos lançar”, conta Baleiro. Ao violão e vozes originais gravadas por Zeca e Vanessa, se adicionaram agora a guitarra e o violão de Tuco Marcondes e o baixo de Fernando Nunes. E a “Little Wing” se somou “Sob o Sol”, parceria de Zeca e Vanessa que tem essa mesma vibe, meio folk meio blues.
Ouça “Little Wing + Sob O Sol” na sua plataforma preferida:
https://onerpm.link/littleesobosol
Foto: Zeca Baleiro com Vanessa Falabella | Foto: Divulgação
Jean William apresenta concerto latino-americano na Catedral da Sé pela temporada “Tudo o que Move é Sagrado”
O concerto acontece no dia 24 de março, na Sala do Coro da Catedral da Sé, integrando a programação especial do Coro Luther King que celebra o encontro entre música erudita e popular.
No dia 24 de março, às 20h30, o cantor Jean William sobe ao palco da Sala do Coro da Catedral da Sé, em São Paulo, como convidado especial da temporada “Tudo o que Move é Sagrado”, série de concertos realizada pelo Coro Luther King, que em 2026 celebra 55 anos de trajetória.
O espetáculo integra uma programação que há mais de cinco anos acontece de forma ininterrupta dentro da Catedral da Sé, propondo encontros entre a música erudita e a música popular em um dos espaços arquitetônicos e simbólicos mais marcantes da cidade. A iniciativa convida o público a viver uma experiência artística e sensorial que une concerto, arquitetura e convivência.
Para esta apresentação, Jean William preparou um repertório dedicado aos grandes clássicos da música latino-americana, explorando a relação entre o homem, a natureza e a espiritualidade — temas que dialogam diretamente com o conceito da temporada.
No programa, o público ouvirá canções emblemáticas como “Gracias a la Vida”, “Alfonsina y el Mar”, “Caballero”, “Fina Estampa”, “El Destino”, entre outras obras que marcaram a tradição musical do continente. O concerto também inclui momentos em português, com destaque para uma versão especial de “Planeta Água”, de Guilherme Arantes, interpretada em formato intimista.
A escolha do repertório reflete a conexão do homem latino-americano com a terra, o trabalho e a natureza, evocando paisagens, memórias e narrativas populares que atravessam gerações. Como bis, Jean William apresenta “Amor de Índio”, de Beto Guedes e Ronaldo Bastos, canção que sintetiza o espírito da temporada ao celebrar a ideia de que tudo o que move a vida carrega um sentido sagrado.
No palco, Jean William será acompanhado por Pepe Salazar e Gui Braz (violões) e Fernando da Matta (percussão), com participações especiais de Davide Rocca (voz) e Felipe Bernardo (piano).
Além da apresentação musical, a experiência inclui um momento de convivência após o concerto: o público é convidado para um brinde com taça de vinho e doces, iniciativa que integra o projeto Brunch na Catedral, voltado a incentivar a visitação ao complexo arquitetônico da Catedral da Sé e aproximar o público da história e da beleza do espaço.
A temporada “Tudo o que Move é Sagrado” reafirma a vocação do Coro Luther King para criar encontros entre tradição e contemporaneidade, transformando a Catedral da Sé em um lugar onde música, espiritualidade e patrimônio cultural dialogam em harmonia.
Serviço:
Jean William – “Tudo o que Move é Sagrado”
Temporada Coro Luther King 2026
24 de março, 20h30 – Sala do Coro – Catedral da Sé (São Paulo)
Músicos: Pepe Salazar – violão; Gui Braz – violão; Fernando da Matta – percussão
Participações especiais: Davide Rocca – voz; Felipe Bernardo – piano
Ingressos: via Sympla – R$100 / R$50 (meia-entrada)
Foto: Jean William | Crédito: Ana Karina Zaratin
“Alceu Valença 80 Girassóis” estreia em São Paulo no dia 28 de março
Parque Villa Lobos recebe a turnê que celebra os 80 anos do artista pernambucano.
Alceu Valença comemora oito décadas de vida em 2026, ligado em infinitos volts de energia limpa, renovada e solar. Para comemorar a data, a turnê 80 GIRASSÓIS está percorrendo cidades brasileiras, desde o início de março, e no dia 28 de março chega a São Paulo, no Villa Lobos. É Alceu no auge da forma, com todo o seu impressionante vigor em cena, há oitenta anos girando em torno do astro-rei.
A turnê Alceu Valença dos Girassóis, que conta com patrocínio master do Banco do Brasil e é produzida pela PECK e MV Produções, também seguirá por cidades como Rio de Janeiro (14/03), Salvador (10/04), Florianópolis (18/04), Curitiba (25/04), Brasília (09/05), Recife (15/05), Fortaleza (23/05), Belém (30/05) e Belo Horizonte (20/06). Além dos shows, o projeto levará a algumas cidades atividades como exposição de artes plásticas e mostra de filmes.
Montado no futuro do indicativo, o cantor sobrevoa a própria trajetória artística, da década de 1970 aos dias atuais. A saga musical de Valença revisita os primeiros tempos de estrada e encontra em “Espelho Cristalino”, com contornos de toada e baião, é pioneira na causa ambiental. Pela luz que incendeia seu ofício, cabe ao poeta alertar que “essa rua, sem céu, sem horizontes, foi um rio de águas cristalinas”.
Criando calo em pé caminhador, percorre as vias do sertão em Cabelo no Pente e “Cavalo de Pau”, entre ruas do passado e ondas de puro éter espalhadas pelo milharal. Desde os tempos da Fazenda Riachão, que pertenceu a seu pai, em São Bento do Una, agreste de Pernambuco, o menino Alceu teve nas festas, feiras e vaquejadas do Nordeste profundo a mesma fonte absorvida por Luiz Gonzaga para formatar os gêneros que desembocaram no forró. Seu Luiz, por sinal, deu a definição certeira do som de Alceu, já nos anos 80: “é uma banda de pífanos elétrica”. O legado do rei do baião se faz presente nas recriações de “Pagode Russo” e “Sabiá”, está com leve sotaque lusitano, a provar que o fado português e a toada nordestina sempre dão psiu entre si.
Por ruas, estradas e caminhos ensolarados, o cantor nos leva a Recife, tema de “Pelas ruas que Andei” e “Belle de Jour”, recentemente revisitada em dueto com a cantora francesa Zaz. Só mesmo Alceu para desembarcar a musa da nouvelle vague francesa em plena praia de Boa Viagem na tarde de um domingo azul (e hoje a canção é mais famosa que o filme que a inspirou). Dizem que até a garota de Ipanema tem uma pontinha de ciúmes da Belle de Jour.
Do Recife ao carnaval de Olinda, o frevo, o maracatu e as cirandas disseminam sua vibração avassaladora. Há mais de uma década, Alceu comanda o bloco “Bicho Maluco Beleza” pelas ruas de São Paulo, e agora também do Recife, com cerca de um milhão de foliões felizes em cada evento. Parte dessa atmosfera pode ser conferida na turnê 80 Girassóis, com um módulo dedicado ao Alceu carnavalesco. Porque em Olinda é sem igual.
Ao longo de toda a carreira, Alceu se notabiliza por cultivar as sonoridades do Brasil e do Nordeste em linguagem contemporânea, urbana, e com irresistível apelo para as massas. As projeções, com direção de Rafael Todeschini, vislumbram os diversos grafismos oníricos da obra do artista.
Com notável capacidade de renovar seu público, canções como “Anunciação”, “Tropicana”, “Belle de Jour”, “Como Dois Animais”, “Coração Bobo”, atravessam o tempo, recicladas a cada geração. Com 200 milhões de acessos no Spotify, “Anunciação” é cantada em estádios dentro e fora do Brasil, enquanto “Belle de Jour” possui mais de 300 milhões de visualizações no YouTube. “Tropicana” ultrapassa a marca de 100 milhões de ouvintes no Spotify.
De “Espelho Cristalino” ao “Táxi Lunar”, Alceu sempre quer fazer a gente voar. Na poética, no espaço rítmico, na inventividade sem limites da canção, no tempo que mesmo virado ao avesso não se pode mensurar:
– Sou um eterno menino, me sinto com oitenta ao contrário, oito anos talvez. Ou o oito traçado na horizontal, que é o símbolo do infinito. Minha mãe dizia: ‘meu filho, você veio ao mundo para levar alegria às pessoas’. É uma espécie de missão”, celebra o mais jovem oitentão da música brasileira.
Alceu apresenta a turnê 80 GIRASSÓIS acompanhado por Tovinho (teclados e direção musical), Cássio Cunha (bateria), Zi Ferreira (guitarra), Nando Barreto (baixo), André Julião (sanfona), Costinha (flautas). Participação: Lui Coimbra (violas e violoncelo) e Natália Mitre (percussão).
As vendas gerais já estão abertas, e os ingressos podem ser adquiridos através do site alceuvalenca.com.br, com parcelamento disponível em até 12x.
Foto: Alceu Valença | Foto: Divulgação
JJ Thames – norte-americana conhecida como “The Hurricane” – se apresenta no Bourbon dia 20 de março
“Aos 40 anos, a presença de palco e a entrega vocal de Thames relembram mais os cantores da era de ouro dessa arte do que a maioria dos ‘belters’ (cantores de voz potente) de blues na cena atual. Sua interpretação nunca é apressada, e sua capacidade de expressar emoções profundas está no mesmo nível de alguém com o dobro da sua idade, enquanto ela interpreta desde estilos de ‘juke joint’ (bares de blues) raiz até ‘torch songs’ (canções de desamor) completas, tudo contendo mensagens de afirmação positiva, mística feminina e empoderamento.” – Marty Gunther (Blues Blast Magazine)
Uma das gratas surpresas do 15º Bourbon Festival Paraty, em junho de 2025, a cantora norte-americana J.J. Thames retorna ao Bourbon Street para uma série de shows ao longo de 2026. Nascida em Detroit e conhecida como “The Hurricane”, a artista apresenta um espetáculo intenso que mistura blues, rock e soul, mantendo a crueza do blues tradicional com um toque contemporâneo.
Inspirada por lendas como Etta James, Koko Taylor, Phyllis Hyman, Steven Tyler, Ray Charles, Billie Holiday, Al Green e Michael Jackson, JJ Thames (pronuncia-se “Timms”) é uma potência vocal celebrada como o “futuro do blues” e uma porta-estandarte da soul music. Exibindo potência vocal, sensibilidade e forte presença de palco, sua música também transita entre o R&B, o jazz, o funk, o reggae e o rock, criando um som versátil e atual.
Criada em Detroit, berço da tradição Motown, ela iniciou o estudo de canto ainda criança e passou pela cena de jazz local antes de seguir carreira profissional. Após anos como backing vocal e apresentações em diferentes circuitos musicais, ganhou destaque com o álbum de estreia Tell You What I Know (2014), que permaneceu por 25 semanas entre os três primeiros da parada Billboard Blues. O segundo disco, Raw Sugar (2016), estreou em 3º lugar na mesma lista e consolidou sua projeção internacional.
Com uma trajetória marcada por desafios pessoais — que inclui períodos de dificuldades financeiras e apresentações em espaços improvisados — J.J. Thames transformou suas experiências em uma obra intensa e autobiográfica. Hoje, usa sua música como plataforma de expressão e empoderamento, abordando temas como amor, dor, resistência e superação.
A artista também se apresenta nos dias 24/4 e 22/05.
Serviço:
JJ Thames – Bourbon Street Music Club
Rua dos Chanés, 127 – Moema, São Paulo – SP
Dia: 20 de março, sexta-feira
Abertura da casa: 19h – Show: 22h
Ingressos disponíveis pela Sympla: a partir de R$ 85
Mais informações: https://bourbonstreet.com.br/
Mais em: https://jjthames.com/electronic-press-kit-epk
Foto: JJ Thames | Crédito: Zé Carlos de Andrade
Muca & Roberto Menescal lançam o primeiro single de “BELEZA” – “Playing On The Loose Fields”, com participação de anaiis
“Playing On The Loose Fields” é o primeiro single do aguardado álbum BELEZA, um projeto colaborativo global entre o produtor, guitarrista e compositor brasileiro radicado em Londres, Muca, e a lenda da bossa nova, Roberto Menescal.
O single, que conta com a participação da cantora anaiis, já está disponível nas plataformas digitais, oferecendo o primeiro vislumbre de um álbum que reconecta o legado da música brasileira com vozes contemporâneas globais.
No coração deste projeto está Muca, a mente por trás de BELEZA. Movido por um profundo desejo de revisitar suas raízes brasileiras após dezesseis anos vivendo no Reino Unido, ele concebeu o álbum como um retorno pessoal e uma reimaginação cultural. Como produtor, guitarrista e compositor, Muca molda a identidade sonora do disco, convidando tradição e modernidade para um diálogo próximo.
Para dar vida a essa visão, Muca convidou Roberto Menescal — a última figura fundadora viva do movimento da bossa nova dos anos 50 e vencedor do Grammy Latino de Excelência Musical — para tocar e co-produzir o álbum. A colaboração representa um encontro raro e simbólico entre gerações, unindo mais de seis décadas da história musical brasileira.
O álbum apresenta 12 cantoras diferentes, sendo 06 cantando em inglês e 06 em português, estabelecendo uma ponte incrível entre culturas e sonoridades.
Muca e Menescal escolheram a dedo doze intérpretes de várias partes do mundo, cada uma trazendo uma voz e sensibilidade distintas para a música. Entre as artistas convidadas estão Liana Flores, anaiis, Josyara, Fabiana Cozza, Sofia Grant, SARAH, Mirella Costa, Ilessi, Alice SK, Heidi Vogel, Joia Luz e Amanda Maria, cujas performances adicionam profundidade, textura e caráter a todo o registro.
O álbum foi mixado por Sebastian Kellig (K.T. Tunstall, Nick McCarthy) no Sausage Studios em Londres e masterizado por Alex Wharton (The Beatles, Radiohead, Marvin Gaye) no Abbey Road Studios.
Como o primeiro single de BELEZA, “Playing On The Loose Fields” dita o tom para um álbum que reapresenta a música brasileira e a bossa nova para um novo e curioso público global — ouvintes prontos para redescobrir sua profundidade emocional através de uma lente contemporânea.
Ouça aqui “Playing On The Loose Fields”:
https://ffm.to/muca-playing-on-the-loose-fields
Muca & Roberto Menescal | Foto: Divulgação