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FICCO/SP prende policial penal investigado por introduzir celulares e drogas em presídio

19 de Março de 2026

Operação apura esquema envolvendo servidor público e detentos

Foto: Divulgação

A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em São Paulo (FICCO/SP), em ação conjunta, deflagrou, nesta quarta-feira (18/3), a Operação Custos Proditor, com o objetivo de aprofundar investigação que apura a atuação de um policial penal na introdução de aparelhos celulares e de drogas no interior de unidade prisional do estado.

As diligências tiveram início após a apreensão de celulares no Centro de Detenção Provisória II de Guarulhos/SP, em setembro de 2025. A análise do conteúdo dos aparelhos revelou a existência de um esquema estruturado envolvendo um detento, um familiar e um policial penal.

Também foram identificadas ameaças e tentativas de coação contra terceiros, com o objetivo de impedir denúncias sobre a presença de celulares e de drogas no interior da unidade prisional.

Estão sendo cumpridos 3 mandados de busca e apreensão e 3 mandados de prisão preventiva, com a finalidade de interromper as atividades ilícitas, de preservar a instrução criminal e de evitar a destruição de provas.

A ação foi realizada de forma integrada com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO) do Ministério Público do Estado de São Paulo e com a Corregedoria da Polícia Penal de São Paulo.

A FICCO/SP é composta pela Polícia Federal, pela Secretaria de Administração Penitenciária do Estado de São Paulo (SAP/SP), pela Secretaria Nacional de Políticas Penais (SENAPPEN) e pela Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP/SP).

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