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Tabernacle Choir at Temple Square emociona público em noite histórica no Parque do Ibirapuera

27 de Fevereiro de 2026

São Paulo foi palco de uma noite memorável marcada por música, fé e emoção. O Parque do Ibirapuera transformou-se em um grande templo a céu aberto ao receber o mundialmente reconhecido Tabernacle Choir at Temple Square, que protagonizou um concerto histórico diante de milhares de pessoas.

Foto: Divulgação
 

Para tornar o momento ainda mais especial, o evento contou com a participação vibrante da cantora Ivete Sangalo. Conhecida por sua potência vocal e carisma contagiante, a artista baiana dividiu o palco com o coral em uma combinação surpreendente que uniu tradição e contemporaneidade, arrancando aplausos entusiasmados do público.

Tradição que atravessa gerações

Fundado em 1847, nos Estados Unidos, o Tabernacle Choir at Temple Square nasceu junto aos pioneiros que buscavam estabelecer uma nova comunidade de fé no oeste americano. O que começou como um grupo modesto de vozes voluntárias tornou-se um dos corais mais respeitados do mundo, reunindo atualmente mais de 300 integrantes que se dedicam à música como missão e serviço.

Entre os marcos históricos do grupo está a transmissão semanal de música e mensagens inspiradoras, mantida há mais de nove décadas — um dos programas de rádio mais antigos ainda em atividade. Outro símbolo é o imponente órgão localizado em Salt Lake City, com milhares de tubos, considerado referência em engenharia acústica.

Encontro de culturas no coração da capital

No Ibirapuera, o espetáculo foi além de uma apresentação musical. Representou um encontro simbólico entre diferentes culturas e estilos, aproximando o repertório clássico coral da vibração popular brasileira.

Quando as primeiras notas ecoaram pelo parque, o silêncio tomou conta da plateia. A harmonia precisa e envolvente criou uma atmosfera de serenidade coletiva. Cada acorde parecia conectar emoções e unir o público em uma experiência compartilhada.

A entrada de Ivete Sangalo trouxe brilho e calor ao concerto. Sua energia dialogou com a grandiosidade do coral, estabelecendo uma ponte entre o sagrado e o popular. O resultado foi uma apresentação arrebatadora, capaz de provocar lágrimas, sorrisos e longas ovações.

Foto: Divulgação
 

A música como instrumento de conexão

Em tempos marcados pela pressa e pelo excesso de informações, a experiência coletiva proporcionada pelo concerto reafirmou o poder transformador da arte. A música, mais do que entretenimento, mostrou-se ferramenta de introspecção, fortalecimento espiritual e aproximação humana.

Entre os presentes, a fiel Maressa Bardassi de Rezende Rita, membro de A Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias, destacou a dimensão emocional da noite. Segundo ela, o coral não apenas canta, mas transmite esperança e promove uma sensação profunda de paz e renovação interior.

Ao final do concerto, quando as luzes se apagaram e os aplausos cessaram, permanecia no ar a certeza de que a música vai além do som. Ela se torna memória, identidade e ponte entre pessoas, culturas e gerações.

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