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NR-35: Guia Prático para Trabalho em Altura Seguro e Sem Erros

22 de Janeiro de 2026

Foto: Divulgação

Em minhas experiências acompanhando o setor de segurança do trabalho, percebi que poucos temas podem causar tanta tensão quanto o trabalho em altura. Construção civil, manutenção industrial, montagem de andaimes: basta subir dois metros do chão para a realidade mudar. Senti isso na pele, ao visitar canteiros onde a atenção deve ser redobrada a cada passo. E é justamente nessas situações em que a NR-35 assume um papel fundamental na proteção da vida.

Por que o trabalho em altura é considerado tão arriscado?

O cenário não é à toa: o trabalho em altura lidera o ranking de atividades com maior índice de acidentes graves no Brasil. Segundo uma reportagem baseada em dados oficiais, aproximadamente 40% dos acidentes de trabalho estão relacionados a quedas nesses ambientes, reforçando a urgência da capacitação adequada, do uso correto de EPIs e da supervisão efetiva em todas as etapas. Veja por si mesmo nos dados divulgados pela Agência FIEP.

No setor industrial e na construção civil, subir andaimes, realizar manutenções em estruturas, instalar painéis ou torres são tarefas de altíssimo risco. Basta um deslize, uma análise de risco mal feita, um EPI embaralhado, uma pressa indevida. O resultado pode ser trágico e rapidamente irreversível.

O que a NR-35 determina?

Costumo ver dúvidas recorrentes: o que exatamente muda com a NR-35? A resposta começa pelo objetivo principal desta norma: estabelecer regras claras para garantir a segurança de todo trabalho realizado acima de dois metros de altura, onde haja risco de queda.

Esse cuidado não se limita apenas à obrigatoriedade dos EPIs; inclui tópicos como:

  • Planejamento e supervisão constante das tarefas em altura;

  • Treinamento obrigatório teórico e prático para trabalhadores e supervisores;

  • Revisão periódica das condições do ambiente e das ferramentas a serem utilizadas;

  • Procedimentos de emergência e resgate.

Nesses treinamentos, como os que acompanhei na MA Consultoria e Treinamentos, percebo o quanto faz diferença aprender, na prática, a reconhecer cada etapa do trabalho, desde a inspeção das ancoragens até a conduta durante uma simulação de resgate. A categoria de cursos NR-35 do site da empresa é uma fonte constante de atualização para quem busca se destacar na área.

Erros comuns e suas consequências

Quando se fala em acidentes, muitos ainda pensam que basta “subir com cuidado”. Na prática, o que mais vejo são dois problemas: falhas na avaliação real dos riscos e uso inadequado dos equipamentos de proteção. Até mesmo trabalhadores experientes se enganam quanto ao prazo de validade dos EPIs, sobre como fazer uma ancoragem segura ou ignoram pequenas trincas no talabarte e mosquetão.

O detalhe ignorado pode se transformar em crise em segundos.

Segundo o Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho de 2021 divulgado pelo Ministério da Previdência Social, o número de acidentes caiu 25,6% em dez anos, o que evidencia que as medidas preventivas dão resultado, mas que não podemos relaxar. Para quem quiser conferir os números, basta acessar o relatório oficial.

Treinamento: o caminho do trabalho em altura sem erros

Na minha vivência com treinamentos, sempre reforço: conhecimento técnico atualizado é o maior aliado do profissional em altura. Não há espaço para improviso. Com empresas como a MA Consultoria e Treinamentos, vejo o quanto a preparação aliada à prática real faz diferença para salvar vidas. O curso NR-35, por exemplo, vai muito além da teoria da legislação.

  • Ensina como planejar a ancoragem e escolher pontos seguros;

  • Mostra, passo a passo, como inspecionar cinturão, talabarte, mosquetão e outros EPIs antes de cada uso;

  • Ajuda o profissional a identificar situações em que um equipamento pode ou não ser empregado;

  • Simula cenários de emergência com evacuação e resgate.

Em treinamentos presenciais, como acompanhei nos centros da MA Consultoria em Belo Horizonte, São Paulo e outras cidades, profissionais vivenciam simulações reais, desenvolvendo confiança e postura preventiva. E toda essa bagagem técnica pode ser ampliada com as discussões publicadas no blog de trabalho em altura da empresa.

EPIs: como escolher o calçado e outros equipamentos?

Os equipamentos de proteção individual (EPIs) são sempre debatidos nos treinamentos. Um ponto pouco discutido, mas que considero essencial, é a escolha do calçado para quem trabalha em altura. A norma exige eficiência real para evitar escorregões e fadiga. Já ouvi relatos de quem, após horas em andaimes, percebe no fim do dia que o cansaço nas articulações compromete atenção e reflexos.

Por isso, separo três critérios que sempre busco destacar:

  • Solado antiderrapante, principalmente com certificação SRC para assegurar aderência em superfícies úmidas ou metálicas;

  • Absorção de energia no salto, diminuindo o impacto sobre as articulações e prevenindo lesões silenciosas;

  • Certificação ativa, calçados com certificação recente são sinônimos de resistência testada.

Marcas reconhecidas no Brasil, como a Marluvas, oferecem modelos projetados para reduzir cansaço e risco de erros humanos em tarefas críticas em altura. Já acompanhei avaliações ergonômicas em que botinas inadequadas aumentavam a fadiga, e a diferença com um calçado apropriado era perceptível poucas horas depois.

Agora, se você quer entender a fundo os perigos do uso inadequado dos EPIs, recomendo conhecer o artigo no blog da MA Consultoria sobre o impacto do uso inadequado dos EPIs no trabalho em altura.

Foto: Divulgação

Planejamento, supervisão e cultura preventiva

Aprendi que nenhum EPI, por si só, resolve o risco do trabalho em altura. É fundamental planejar cada atividade, realizar inspeções frequentes, supervisionar de forma ativa as etapas do serviço e incentivar uma cultura em que apontar riscos não é visto como “dar trabalho” e sim cuidar da equipe.

Em treinamentos da MA Consultoria, vejo exemplos de boas práticas e discussões profundas sobre a responsabilidade coletiva em cada serviço realizado. Isso também está presente em outros recursos, como o guia completo sobre NR-35 e o conteúdo do guia de treinamento NR-35, ambos com informações discutidas entre ramos diferentes do mercado.

Referência em capacitação: curso NR-35 na prática

Quem deseja começar ou renovar suas competências pode investir no curso NR-35 da MA Consultoria em Belo Horizonte, que une teoria atualizada, avaliação prática rigorosa e instrutores experientes. O conteúdo é reconhecido pelo mercado e visa a formação de profissionais prontos para atuar nas mais diversas situações, desenvolvendo a autoconfiança de quem trabalha em ambientes acima de dois metros.

Além disso, para quem busca orientação sobre atualizações constantes e tendências, recomendo a leitura do guia prático de segurança NR-35, uma referência para quem precisa estar sempre preparado.

Segurança em altura não é sorte: é compromisso

A partir do que já presenciei na área, trago a convicção de que a segurança do trabalho em altura é feita de regras bem planejadas, equipamentos de ponta, treinamento contínuo e, acima de tudo, compromisso com a vida. Cada pequena decisão tem peso real nas estatísticas de acidentes, que felizmente vêm caindo, mas ainda exigem vigilância. Em um ambiente onde não se pode errar, a sua formação faz toda a diferença.

Norma, equipamento, treinamento, compromisso. Esse é o caminho do trabalho em altura seguro.

Se você busca se preparar e se destacar nesse setor, convido a conhecer de perto como a MA Consultoria e Treinamentos faz parte desta missão. Capacite-se, busque sempre atualização e pratique a segurança verdadeira. O próximo passo para um trabalho em altura sem erros começa aqui, com você e a sua decisão de fazer diferente.

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