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DJ Nash projeta 2026 como ano de virada e reforça protagonismo brasileiro na música eletrônica

6 de Janeiro de 2026
Foto: Divulgação

A música eletrônica brasileira inicia 2026 com novos protagonistas em evidência, e entre eles está o DJ e produtor Nash, um dos nomes que mais simbolizam a consolidação de uma geração formada tanto pela pista quanto pela estratégia digital. Com carreira iniciada em 2016, aos 14 anos, o artista chega aos 23 com maturidade artística, números expressivos e reconhecimento crescente dentro e fora do país.

A trajetória de Nash é marcada por planejamento e constância. Formado como DJ pela IGroove, com passagens pela MakeMusicNow, onde se especializou em produção musical, e pela Fabriek School, focada em mixagem e masterização, ele construiu uma base técnica sólida que se reflete diretamente em sua sonoridade. O resultado é um estilo híbrido, que equilibra grooves intensos, vocais impactantes e elementos contemporâneos, dialogando tanto com o circuito underground quanto com o mercado mainstream.

Essa identidade se traduz em desempenho nas plataformas digitais. Nash acumula aproximadamente 2,5 milhões de streams no Spotify, mantém cerca de 20 mil ouvintes mensais e soma 1,28 milhão de plays no SoundCloud, além de 190 mil visualizações no YouTube. Nas redes sociais, especialmente no Instagram, o alcance mensal supera 100 mil pessoas, com média de 80 mil visualizações por mês, evidenciando engajamento consistente com o público.

Foto: Divulgação

Entre 2020 e 2025, o produtor lançou mais de 20 faixas originais, mantendo regularidade rara em um mercado competitivo. Canções como One Day, em parceria com Lowderz, ultrapassaram 1,2 milhão de reproduções, enquanto colaborações como Symmetry e In My Heart ajudaram a posicionar seu nome em playlists editoriais e sets de DJs influentes. O destaque internacional veio com Jumpin, que alcançou o Top 50 da Beatport Hype, ampliando sua presença no radar global da música eletrônica.

Nash também mantém relação com selos relevantes, como Austro, ligado à Som Livre e à Rede Globo, além da norte-americana Witty Tunes, de Washington, e da TechnoBlazer Records. Seus lançamentos circulam ainda por diversos outros selos nacionais e internacionais, reforçando sua inserção no mercado externo.

Esse crescimento é acompanhado pelo suporte de artistas consagrados, entre eles Vintage Culture, Timmy Trumpet, Ownboss, LIU, JORD e Lowderz, além de participações em eventos, festivais e turnês pelo Brasil. Para Nash, esse reconhecimento é consequência de um processo contínuo. “Sempre entendi minha carreira como uma maratona, não como uma corrida curta. Cada faixa tem um propósito dentro do que quero construir”, afirma.

O DJ destaca que a conexão com o público é um pilar central de sua trajetória. “Quando estou no palco, não penso só na música, mas na experiência. Quero que as pessoas se sintam parte do momento”, diz. Sobre o futuro, Nash demonstra confiança e ambição na medida certa: “2026 é um ano para ampliar fronteiras. A música eletrônica brasileira tem espaço no mundo, e eu quero estar entre os nomes que provam isso”.

Diante dos resultados acumulados, da consistência criativa e do reconhecimento da indústria, a projeção é clara: para Nash, o céu pode mesmo ser apenas o ponto de partida em 2026.

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